Guia GP da Austrália- 26/28 de março

Muito bem meus amigos, chegamos ao Guia para o GP da Austrália, como previsto. Porém, desta vez, faço um recapitulação dos posts que deram início ao clima do grande prêmio assim lembramos de toda a prévia que se sucedeu e nos preparamos para o grande dia.

Vamos lá:

Começando, no dia 23, tivemos o Post “Melbourne” que rendeu 35 comentários:

Sim, Melbourne, palco de tantas emoções na F1 está dando as caras na temporada de 2010. Albert Park, o circuito, é, teoricamente, um lugar muito melhor e com melhores trechos do que o pacato traçado de Bahrein, que foi palco de uma verdadeira procissão há duas semanas. Porém, agora os ares são de renovação e de principalmente (é o que se espera) emoção.

Você que deve estar lendo isto pode pensar: “Melbourne, emocionante?”. Bom, aí fica por sua conta de avaliar a situação, mas pelo menos eu, depois de ver 4 aberturas de temporada neste local fico entusiasmado. A questão é que aqui, é a hora em que as cartas  ”de verdade” são mostradas para valer. Vale ressaltar que dificilmente teremos “grandes surpresas” na nossa “caixinha de surpresas”. Digo isso, após refletir um pouco, pois creio que infelizmente 5 curvas emocionantes e algumas modificações aerodinâmicas nos carros não serão os responsáveis por uma corrida fantástica e uma temporada a mil por hora. Então vamos nos preparando para algo na altura do meio morno.

Ah, falando em “mil por hora”, me fez rir muito a mensagem da Globo com relação ao GP da Austrália próximo e sobre Bahrein. Dizia algo como ” A F1 está a mil por hora! depois das grandes emoções e surpresas em Bahrein, vamos ficar ligados no GP da Austrália, domingo…”

Emoções e surpresas no Bahrein? Faça-me o favor… Já basta ter que aturar um Você Sabe Quem, a ter que ouvir isso. Mas bem, ninguém me obriga, confesso.

Continuando este breve post, vamos ao que interessa: A corrida. O que ela demonstrará para nós? Emoção e competividade ou apenas mais um GP no calendário?

O fato de Red Bull e Ferrari estarem travando um belo duelo dentro e fora das pistas, é algo que chama realmente a atenção. Quem se sairá melhor? Finalizando por aqui, tenho a dizer que este artigo é apenas uma prévia da prévia, afinal ainda é terça. Mas muitas novidades vem por aí. Estaremos no clima de Melbourne, com especiais do circuito, pilotos, guia e tudo o que se puder fazer.

Logo depois, dia 24, o início da prévia oficial, com ” No Clima de Melbourne- prévia”, que rendeu 18 comentários:

Enfim, estamos no embalo da F1! Como já estava nos meus planos, começa hoje o “No clima de Melbourne”, um especial com as expectativas, curiosidades, pilotos, circuito, guia e muito mais. Será um jeito muito interessante de ficar por dentro das novidades e se preparar para a corrida, que hipoteticamente, deve ser muito mais emocionante do que a de Bahrein.Como vocês puderam ver há duas semanas, toda quarta feira antes de um GP entrará em cena “No clima de…”. Para Austrália, temos a seguinte programação:

  • No clima de Melbourne- prévia
  • No clima de Melbourne- o circuito
  • No clima de Melbourne- prévia II
  • Guia GP da Austrália- 26/28 de março
  • Treinos livres
  • Na disputa pela Pole Position
  • Cobertura do GP

Claro que, entre estes posts, outros assuntos serão abordados, como palpites e debates de outros assuntos. Vamos então começar hoje com a prévia:

Certamente, como já foi discutido aqui, Albert Park será muito mais emocionante do que Sakhir, pois tem um circuito com menos áreas de escape, curvas em que o carro desliza mais e isso tende a que ocorram batidas, ou seja, que o Safety Car entre e a corrida se embaralhe novamente.

Por isso boa parte das más impressões com essa temporada irão desaparecer, mas claro, tudo vai indo com calma.

Breve análise do Top 4:

FERRARI:

A Scuderia entra em um dilema neste fim de semana: como superar a principal rival Red Bull? Pneus? Consumo? Afinal, qual é o ponto fraco do F10? Aparentemente, parece ser o motor, que como vimos já deu problema no Bahrein e Massa e Alonso foram obrigados a trocar os seus. Um sinal bastante vermelho, que com certeza já deve ter sido solucionado. Felipe Massa também havia chamado a atenção para a refrigeração do motor, que foi o seu “concorrente” na 1ª prova do ano. Aqui no blog foi discutido sobre o F10 “B”, algo como o F10 evoluído. Vários detalhes foram revelados e o novo projeto promete ser muito competitivo. Falando da dupla, Alonso vive o seu momento “rei”, já que venceu a 1ª corrida na Ferrari, da temporada e a disputa com Massa. E Felipe vai como o objetivo de vencer, claro. Sabemos que o retrospecto brasileiro na pista não é bom, mas um dia o jogo muda. A classificação será essencial.

Australian Grand Prix Preview

RED BULL:

O problema de Vettel foi tão investigado que só hoje tivemos a explicação concreta do infortúnio com o alemão. Como ressaltou Marco, leitor do blog, os danos já devem estar sanados e o rendimento deve ser muito alto, a dúvida é se será melhor ou não que a Ferrari. O estado de ânimo, apesar dos pontos perdidos em Bahrein, são ótimos, e esta dupla promete bastante. Sebastian deve apostar em largar bem no grid, de preferência na pole, e Webber tentará ficar na 2ª ou 3ª fila. É hipotético, mas essa deve ser a atitude a ser tomada. A expectativa fica para o grande prêmio, para testar a confiabilidade do RB6 e o seu consumo em pista.

Red Bull worries Lewis

McLAREN:

Há mais fatores negativos do que positivos para a McLaren. Vejam que em poucas semanas o time se envolveu na polêmica da asa traseira ilegal, no Snorkel introduzido a frente do cookpit e recentemente com seu difusor, que estaria fora da regra junto com Mercedes e Renault. Fica claro que, na medida do possível, a equipe inglesa trará muitas novidades, porém neste caso simplificando as anteriores de um modo que não haja irregularidades. Hamilton, após o pódio, deve estar confiante, mas fiquemos alerta para as reações das mudanças no MP4-25. No momento a briga ainda não está quente, mas é só esperar algumas provas que o circo pegará fogo. Button, como costume, na sua posição cautelosa em busca da vitória…

MERCEDES GP:

Talvez a maior incógnita deste Top 4 seja a Mercedes. Não pelos resultados, que se mostraram razoáveis, mas pela situação na equipe e seus pilotos. Rosberg esta entre dois extremos: se ele conseguir ser superior a Schumacher mais uma vez, um respeito maior pode vir, mas, se Michael foi melhor desta vez, uma grande chance para liderar o time pode ir por água abaixo. Isto porque é uma situação de risco, Ross Brawn deve estar trabalhando para que Schummy consiga trazer um pódio e colocar confiança na equipe. Porém, ao mesmo tempo, seria importantíssimo apostar na promessa que é Nico… Melbourne trará escolhas, uma difíceis, outras nem tanto, mas tudo dependerá de algo decisivo: a sorte.

Pelas equipes fora deste seleto grupo, ganham destaque Williams, Force India e Renault. No time de Groove, a esperança brasileira está em Barrichello, autor do heróico ponto da equipe em Bahrein. Não podemos esquecer do novato Hulkenberg que também quer pontuar…

Na Force India, as luzes aponta para o talentoso Sutil, mas Luizzi não está atrás. Aliás, diria que ele pode estar na frente. Os dois pontos conquistados são muito valiosos, e o objetivo é ficar entre o Top 5. É pedir muito?

Renault fez mudanças em seu bico e tende a melhorar um pouco de rendimento, mas nada milagroso. Kubica se mostrou realista com a situação e espera pontuar, claro, mas não será nada fácil…

Virgin e Hispania, times de Di Grassi e Senna respectivamente, evoluíram (e muito) os seus projetos em busca de chegar na Lotus, que completou o GP com seus dois carros. Por enquanto, completar é a meta, sem esquecer de eventuais chances de ir mais a frente no grid.

Ainda, temos, Sauber e Toro Rosso. Na equipe suíça, o clima não é bom. De La Rosa só reclamou do carro e Kobayasho nem se ouviu falar. Será que a equipe revelação passará a equipe azarada do grid?

Na Toro Rosso, tudo aparenta estar calmo. Alguersuari com o objetivo de estar bem posicionado e preocupado com Buemi, que deve ser o melhor candidato na esperança de pontuar.

Continuando, um post muito bacana, analisando o circuito e que rendeu 24 comments:

Certo, vamos a continuação da programação especial GP da Austrália. A e expectativa é grande, todos os pilotos já estão nos preparativos e os carro vão tendo as suas últimas configurações colocadas.

O que discutimos no dia de ontem foi mais no aspecto de prévia mesmo, com o que esperar das equipes e ver as principais novidades que já estão rolando em Melbourne. O vídeo da Williams ajudou um pouco nessa tarefa também.

Hoje, o aspecto é mais técnico, pois vou analisar o circuito e si. Os pontos de ultrapassagens, as marchas, os pontos de aceleração, km/ph, e todo o traçado. Tudo escrito por mim, após várias pesquisas. Vamos lá então:

Para começar, vale lembrar que “em vários pontos do traçado não há área de escape, e um erro pode facilmente levar o piloto para o muro.

Por causa disso, a corrida em Melbourne costuma ter muitas bandeiras amarelas, entradas de safety car e abandonos, que criam muitas alternativas durante a corrida. Como aconteceu na prova do ano passado, quando o GP terminou sob bandeira amarela, com o carro de segurança na pista. Antes, o acidente de Kasuki Nakajima já tinha forçado a entrada do safety car entre as voltas 18 e 24. Em 2008, apenas sete carros receberam a bandeirada”.

Circuit Profile

Vamos então analisar o traçado, parte por parte:

É interessante que depois das classificações, quando os carros já rodaram na pista, o pó desaparece e vemos que por baixo dele há uma pista suave e dócil com os pneus. Isso tem um valor enorme, já que a preocupação com ele é imensa. Porém este é assunto para depois. O circuito está em um parque temático, com uma pista lisa e rápida e sem curvas de 90 ° que possam “quebrar” a velocidade. A direita da pista temos um lago que deixa a paisagem muito agradável.

Composta principalmente por várias curvas de velocidade média, com algumas chicanes rápidas, o traçado é um grande “inimigo” dos freios e famoso pelas intervenções no asfalto.

A pista requer um alto nível de força aerodinâmica em sentido ao solo (a famosa downforce), e a baixa rugosidade da pista permite que as equipes usem pneus médios (macios). As curvas “para baixo” podem ser um problema, e os pneus dianteiros sempre mostram um grande desgastamento, que vai consumindo a borracha. As altas temperaturas são responsáveis por afetar a durabilidade dos compostos.

Para analisar o circuito, contamos com este importante vídeo com o simulador da Red Bull, a comando de Mark Webber:

Começando a volta, se acelera até cerca de 310 km/h na parte final da reta dos boxes, antes de  freiar e baixar até a 3ª marcha para a primeira curva para a direita, na qual se chega perto dos 135 km/h. Logo depois se segue uma curva a esquerda, na que quase é uma chicane. Se acelera passando pela vértice a cerca de 200 km/h, 4ª marcha.

Na curta reta que vem depois, o pé continua embaixo até os 300 km/h, subindo de velocidade até baixar aos 80, para uma curva de direita em 2ª marcha.Novamente, esta é seguida quase imediatamente por una curva a esquerda, porém a freada é leve, passando por ela a 145 km/h em 3ª marcha. Continuando, quase não há descanso depois de este trecho, já que se acelera por toda a fase seguinte até uma larga curva a direita, com, novamente, um leve toque sobre os freios ao tempo em que se entra a 215 km/h, em 4ª marcha.

A reta seguinte é relativamente curta e se chega aos 281 km/h, para reduzir a velocidade em uma curva de 2ª marcha, a 130 km/h. Depois vem uma curva a direita que se passa com força. É aí onde o piloto sofre a maior força G, a cerca de 265 km/h em 5ª marcha. Finalmente se chega aos 285 km/h antes de freiar forte e reducir a apenas 100 km/h para a próxima curva em 2ª marcha a direita.

Daqui, uma rápida mudança em uma larga curva a esuqerda requer alta concentração, e é om ser cuidadoso já que se entra a aprox. 180 km/h em 3ª marcha. Em seguida uma rápida e bem difícil chicane em 4ª marcha que se começa pela esquerda ou pela dierita a 210 km/h, para subir novamente a 300. A próxima curva é para a direita em 2ª marcha, a 1ª de duas complicadas, onde se freia bem justo, reduzindo a 120 km/h.

VISTA AÉREA DA ÁREA DO AUTÓDROMO DE MELBOURNE (AUSTRÁLIA)

Entre essa e a segunda das duas curvas para a direita, há um breve trecho de aceleração que aumenta a velocidade a 230 km/h para aumentar a 4ª marcha. Logo se reduzem 50 km/h para a curva seguinte, bem apertada a squerda, na qual se acelera até os 245 km/h antes de baixar a 2ª marcha.

A última curva, quando se chega na reta dos pits, se entra a 150 km/h em 3ª marcha, e uma boa saída nesta curva é essencial para que se consiga um boa velocidade e, obviamente, se possa iniciar outra volta.

*- O circuito tem uma longitude de 5,303 km, com 58 voltas e uma distância total de 307,574 km.

*- Recorde de volta: 1:24.125 (Michael Schumacher, Ferrari, 2004)

Ficheiro:Circuit Albert Park.png

Agora, acompanhando o vídeo, curva por curva, os números:

  1. Curva 1- 145 km/h–3ª marcha- Força G=2.38
  2. Curva 2-200 km/h–4ª marcha- Força G=2.9
  3. Curva 3-092 km/h–2ª marcha- Força G=1.76
  4. Curva 4-145 km/h–3ª marcha- Força G=3.13
  5. Curva 5-239 km/h–6ª marcha- Força G=4.55
  6. Curva 6-134 km/h–3ª marcha- Força G=2.9
  7. Curva 7-186 km/h–4ª marcha- Força G=2.54
  8. Curva 8-255 km/h–6ª marcha- Força G=2.73
  9. Curva 9-115 km/h–3ª marcha- Força G=2.38
  10. Curva 10-251 km/h–6ª marcha- Força G=0.84
  11. Curva 11-226 km/h–6ª marcha- Força G=4.04
  12. Curva 12-233 km/h–5ª marcha- Força G=4.52
  13. Curva 13-138 km/h–3ª marcha- Força G=2.99
  14. Curva 14-205 km/h–5ª marcha- Força G=3.55
  15. Curva 15-084 km/h–2ª marcha- Força G=1.88
  16. Curva 16-180 km/h–4ª marcha- Força G=2.61

Muito bem meus amigos, depois desta boa análise, ficamos informados de todos os dados do circuito e os pontos importantes para analisarmos ao longo do dia.

++++++++++++++++++++++++++++

Voltando a atualidade, temos a 3ª sessão de treinos a nossa espera, fazendo uma prévia ao Qualifyng. Mas isso é assunto para outro post.

Finalizando aqui, conto com seus comentários sobres como serão os tempos e o que acharam da prévia, darem sugestões e críticas também.

Queria agradecer a todos que visitaram, porque pela 1ª vez um post do Blog apareceu no TOP 100 do WordPress!

Foi a 82ª posição, com o artigo “TREINOS LIVRES- O QUE SABEMOS ATÉ AGORA (ATUALIZADO).

Algo muito positivo contando que o Blog é muito novo… E conduzido por um “indivíduo” de 13 anos! Valeu!!!!

Também gostaria de saber quem acompanhará os treinos classificatórios, pois farei a cobertura em comentários com vocês aqui no blog. Aí é só marcar presença, e avisar antes.

Obrigado mesmo e até mais!

5 comentários em “Guia GP da Austrália- 26/28 de março

  1. Óla Tomás….Apesar do Massa nunca ir bem nessa pista,é uma das que mais gosto.Não vejo muita mundança de posições em relação ao Bahrein.
    Acho que vão ser as duas Ferraris e Red Bull na frente,a Mclaren incomodando e as outras tentando a sorte.
    Como bom torcedor do Massa,espero que ele classifique na frente do Alonso,será dificil pq o espanhol sempre andou muito bem nessa pista,mas tabús estão aí pra semrem quebrados.
    Sobre o treino,quando é de madrugada geralmente eu gravo.Mas caso assista ao vivo darei um pulo aqui no blog.

    Abraço!

    • Olá Daniel!
      Legal que você marcou presença aqui novamente!
      Então, também acho isso, porém McLaren e Mercedes parecem ter diminuído a diferença para a Ferrari e Red Bull.
      é aguardar o treino.
      Vamos lá então, vc Massa, eu Alonso e uma disputa muito interessante!!!

      Até o treino!

      abraço

  2. Com relação ao local da corrida. Acho que a Austrália traz um clima tão legal pra F-1, mais descontraído e ao mesmo tempo fanático.
    A corrida tem tudo para ser emocionante, mas a seu modo. A F-1 tem estado um pouco morna, contudo não que seja um caso isolado ou que seja algo surreal. Infelizmente a categoria, por seu legado histórico, traz muita atenção e muita cobrança. Eu entendo que esse vem sendo, é e será o modelo das corridas.
    Não é possível comparar épocas, já tentam isso quando discutem qualidades de pilotos e sempre surgem polêmicas. Então ou a F-1 muda radicalmente de uma forma que possa ir para um lado positivo ou negativo. Ou então seremos nós torcedores que teremos de se habituar e entender esse “nova Fórmula 1”.

    Bom, eu acredito numa disputa entre as duas Ferraris, Hamilton e Vettel pela pole e pela vitória. O Alemão aparece como favorito e quando se diz isso em todos vem a mente os problemas de confiabilidade da Red Bull.
    Hamilton pelo histórico de bons resultados na corrida australiana e pela capacidade de desenvolvimento da Mclaren também desponta como candidato. O resultado da 2ª sessão de treinos livres pode corroborar isso.
    Na Ferrari tudo está um pouco nebuloso. A maioria aposta em bom resultado, os testes e as declarações dos pilotos puxam para o contrário. Dentro disso há o agravante do péssimo desempenho de Massa em Albert Park.
    Se fosse para fazer uma aposta eu colocaria minhas fichas na pole de Vettel. Pra corrida tenderia a acreditar na vitória do piloto da Red Bull (com menos confiança do que na pole), com Alonso e Hamilton o ciceroneando no pódium.

    Abraços!!

    • Valeu Fábio!
      ótimo comentário!!!

      “Se fosse para fazer uma aposta eu colocaria minhas fichas na pole de Vettel. Pra corrida tenderia a acreditar na vitória do piloto da Red Bull (com menos confiança do que na pole), com Alonso e Hamilton o ciceroneando no pódium.”

      Tudo anotado.

      abraço!

      • A F-1 tá tão mutável que eu já nem sei se acredito tanto nessa aposta!!! kkkkk

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