O que a Red Bull tem a perder com a proibição da suspensão ativa?

Pelo que se viu nos últimos dias, nada. Afinal, Horner diz bravamente que a Red Bull nunca chegou a usar este sistema tão polêmico e que, como o FIA já investigou o RB6, não há maiores preocupações.Porém, como ninguém é bobo, a entidade já lançou a sua carta:

Qualquer sistema ou procedimento com o propósito e/ou efeito de mudar o acerto da suspensão enquanto o carro está sob as condições de parque fechado, será considerado infrator do artigo 34.5 do regulamento desportivo.

Na verdade, a grande polêmica gira em torno da acusasão da McLaren e Red Bull, alegando que esta estaria usando a suspensão inteligente. Para quem não sabe, trata-se de um “sistema” que possa mudar o acerto do carro, mais precisamente a altura da suspensão, enquanto ele repousa durante o te,po deixado no parque fechado desde o final do treino classificatório até a corrida.

Com isso, as equipes acreditam que a Red Bull possa mudar a regulagem da sua suspensão sem ter que recorrer a um sistema mecânico.

Como bem explica o site Motorsport, e eu traduzo para vocês:

Mais e mais equipes acusam a Red Bull de usar um sistema de suspensão ativa. O problema é simples, as equipes vão ao treino com  seus carros etanques de combustível quase vazios, mas depois de se qualificarestas não estão autorizadas a fazer ajustes de suspensão antes da corrida, o que significa que tem que configurar o carro com um passeio de altura relativamente elevados durante a qualificação. Se eles não fazem isso, a altura do passeio será muito baixa (que também é ilegal) quando os tanques de combustível estão cheios antes da corrida. Você pode superar esse problema com uma suspensão ativa, o que compensaria o peso extra de combustível, mas que é ilegal na F1.

Vito, leitor e comentarista do Blog, nos explica de forma simples mas inteligente o caso, não em específico, mas dando uma “geral”:

Aprendi alguma coisa no curso de Engenharia de Materiais. Sei que é possível desenvolver um sistema que mantenha o carro a mesma altura do solo (ou com pouca diferença), esteja ele com tanque cheio ou tanque vazio… e desconfio seriamente que esse é o diferencial do RB6.
Assim, a alteração não se dá no parque fechado, se dá durante a corrida…

  • CONDIÇÕES NORMAIS: Imaginem o carro sobre 4 “molas”. Quando o carro tem seu peso mais os 150 kg de combustível, as “molas” respondem à exigencia, mantendo o carro a, digamos, 4cm do solo.

Após consumir 100kg de combustível, o peso é menor, mas as ‘molas’ continuam respondendo da mesma forma, e o carro ficaria, sei lá, 6cm do solo. Perdendo em aerodinâmica.

  • CONDIÇÃO ÓTIMA: Com o tanque cheio, tudo funciona igual.

Após consumir os 100kg, o peso é menor mas são utilizadas ‘molas inteligentes’, que respondem de maneira diferente para cada peso, assim, mesmo com menos peso, o carro continuaria somente a 4 cm do solo, com ganhos em aerodinâmica.
Usei o termo ‘mola’, para facilitar o entendimento.

Christian Horner, como já citei aqui, ficou “nervosinho”, mas atento:

Se a McLaren surgir com um na China vamos protestar contra eles porque, em teoria, é ilegal.

Finalizando aqui o breve post para se discutir durante a tarde, pergunto: O que a Red Bull tem a perder com a proibição da suspensão ativa?

No entanto, existe uma solução simples, se a FIA permitir uma única mudança na suspensão para corrigir a altura do monposto na corrida, enquanto os carros estão no Parque Fechado, as equipes não teriam de gastar dinheiro em um passeio de altura ajustável caro e complicado e o sistema de suspensão ativa, que no final seria considerada ilegal qualquer forma, faria com que todos sejam felizes novamente.

Obrigado e até breve.

32 comentários em “O que a Red Bull tem a perder com a proibição da suspensão ativa?

  1. Honestamente, não acredito que exista suspensão ativa no RB6, nem qualquer sistema que altera as condições do carro em parque fechado.
    Se existesse algo desse tipo, a Red Bull não seria um carro levemente superior aos demais, seria infinitamente melhor! A Renault tempos atrás deu um banho em todos porque tinha um carro somente bom mas com um tal “amortecedor de massa”.

    ENTRETANTO…
    aprendi alguma coisa no curso de Engenharia de Materiais. Sei que é possível desenvolver um sistema que mantenha o carro a mesma altura do solo (ou com pouca diferença), esteja ele com tanque cheio ou tanque vazio… e desconfio seriamente que esse é o diferencial do RB6.
    Assim, a alteração não se dá no parque fechado, se dá durante a corrida…
    CONDIÇÕES NORMAIS: Imaginem o carro sobre 4 “molas”. Quando o carro tem seu peso mais os 150 kg de combustível, as “molas” respondem à exigencia, mantendo o carro a, digamos, 4cm do solo.
    Após consumir 100kg de combustível, o peso é menor, mas as “molas” continuam respondendo da mesma forma, e o carro ficaria, sei lá, 6cm do solo. Perdendo em aerodinâmica.
    CONDIÇÃO ÓTIMA: Com o tanque cheio, tudo funciona igual.
    Após consumir os 100kg, o peso é menor mas são utilizadas “molas inteligentes”, que respondem de maneira diferente para cada peso, assim, mesmo com menos peso, o carro continuaria somente a 4 cm do solo, com ganhos em aerodinâmica.
    Usei o termo “mola”, para facilitar o entendimento. Hoje temos até colchões feitos de materiais tão inteligentes que o marido gordão de 150kg deita ao lado da mulher de 50kg e não forma aquela vale que deixa a mulher a noite inteira com a sessão de dormir ao lado de um buraco negro.
    Ou seja, ao inves de mola, um sistema de suspensão inteligente, sem nenhuma eletrônica.
    Valores de peso e distancia do carro ao solo foram chutados, são totalmente hipotéticos, somente para facilitar a explicação.

    • Muito obrigado pela sua explicação simples mas eficiente Vito.
      Coloquei no post, espero que você concorde em ter a sua idéia no texto.
      Valeu e um grande abraço!

  2. Ótima explicação! Não sou engenheiro, mas quando esse assunto surgiu, eu pensei num sistema onde as molas e amortecedores tivessem algum ajuste, que permita a não variação da altura independentimente do peso carregado. Claro que se for como o exemplo que citei, o chassi deve ter uma configuração ou peça que compense esta não variação. Palmas para Adrian!!!!

    • “Claro que se for como o exemplo que citei, o chassi deve ter uma configuração ou peça que compense esta não variação”
      Exato. resta saber qual seria.. alguma ideia por aí?

      abraço!

  3. Penso que não haja nada na suspensão da Red Bull, no fundo acho que o negócio não passa de uma adequação ao tanque cheio que vai ficando vazio.
    A Mclaren está chorando a toa…
    E o que me intriga nem é isto.
    É que a choradeira não veio da Ferrari…

    • “no fundo acho que o negócio não passa de uma adequação ao tanque cheio que vai ficando vazio.”
      Mas, como assim?
      Segundo as fontes, a mudança da altura da suspensão acontece quando o carro está parado, com o tanque cheio. Seria uma preparação para que aconteça o que você disse?

      • Simples… Carro com tanque cheio pesa mais… Logo a suspensão abaixa…
        Vai esvaziando vai subindo…
        Simples assim…

      • Ah sim Ron, agora faz sentido.
        inclusive estou preparando outro post com gráficos, como o nosso amigo Luiz Sergio pediu…

        um abraço!

  4. totalmente off-topic …mas Tomas….vc só tem 13 anos??
    Putz, já havia lhe dados os parabéns pelo blog sem saber disso …agora então vai dobrado….
    virei assinante do RSS…
    Excelente blog!

    • Fala Rob!
      Pois é tenho sim… mas ninguém acredita!
      Vou ter que colocar uma foto mesmo..kkk
      Obrigado pelos elogios!!!
      Bom, um grande abraço e continue comentando! rsrs

      valeu

  5. Olá Tomas..
    ME parece q a FIA já olhou o RBR,e n encontrou nada n é? (me corrija ai se eu estiver errado por favor! n me lembro certinho se ja olharam ou ainda vao olhar)
    Pq se REALMENTE ouver algum tipo de mudança na suspenssão e a FIA de fato proibir isso…a RBR pode ter problemas…
    O carro funciona com um equilibrio, com cada ponto ligado ao outro..
    se mudar algo na frente, pode haver uma consequencia lá atras…
    e é dificil imaginar um carro que se mude o sistema de sua suspensão e ele continue esse foguete que está…
    levraia um tempo p a equipe readaptar todo o carro

    • Gabriel;
      sim, os comissários da FIA já inspecionaram o RB6 e não acharam nada, mas pelo que li hoje ainda não está totalmente “livre”. Algumas coisas serão checadas;

      Com relação a isso:
      “”e é dificil imaginar um carro que se mude o sistema de sua suspensão e ele continue esse foguete que está…””
      Segundo Horner, não há nenhuma suspensão ativa no carro, (o cara não é bobo, rsrs).
      ou seja, se isso for verdade, tudo ficará igual, (nós também não somos bobos não)
      vamos ver no que dá essa polêmica..

      abraço!

  6. Na F1 é sempre assim, toda hora tem uma denúncia, alguém desconfiando de uma trapaça…

    Nos anos 80 falavam de um programa de computador que comandava todos os parâmetros do carro, com o requinte de se auto destruir ao término da corrida!!

    • KKkkk!!
      Pois é Beatle, faz parte, todos querem ser o melhor, aí quando vem que algum de seus rivais se dá bem com algo diferente, só reclamam.
      até poderem copiar…rsrs

      abraço!

  7. O Vito tem razão.

    Também estudei engenharia e mecânica dos materiais, e numa das coisas que me lembro, é que o material (por exemplo ferro, aço, etc) em levando alguns tratamentos como sendo aquecido, arrefecido com gases compósitos e muitas outras técnicas, etc, podem-se obter grandes contrastes dentro do próprio material. Sendo assim, é realmente possível, por exemplo, uma mola, ter o mesmo nível de pressão,quando sofre uma tensão de 200 Kg, e de 300Kg, só ficando branda se sofrer 500 Kg, ou pasme-se, se levar com 10o Kg.

    Porque ela comprime com 100 Kg, e não com 200 Kg? Não faz lógica. Sim, faz lógica. Os materiais sofreram uma grande evolução nos último anos, e hoje é possível fazer isso,por mais incrível que pareça, e que por mais que pensemos que abalroa as leis da Fisica.

    Portanto, não acredito que haja ali trapaça. O que se passa, é que Newey é competentíssimo, percebe de materiais, e colocou uns amortecedores com um tipo de material diferente que o normal, e isso, faz toda a diferença, e não há forma possível de ser ilegal. Entre aqueles níveis de pressão (tanque vazio e tanque cheio), as molas não cedem ou pouquíssimo curso têem.

    • “Portanto, não acredito que haja ali trapaça. O que se passa, é que Newey é competentíssimo, percebe de materiais, e colocou uns amortecedores com um tipo de material diferente que o normal, e isso, faz toda a diferença, e não há forma possível de ser ilegal. Entre aqueles níveis de pressão (tanque vazio e tanque cheio), as molas não cedem ou pouquíssimo curso têem.”

      Boa Marcolioni, o Newey é um gênio mesmo, creio que é o melhor….

      abraço

  8. Vito:

    Materiais que se comportam reagindo de modo diferente conforme a pressão, não deveriam trabalham fora da região linear da elasticidade?

    Tipo, na região de escoamento ou recuperação?

    • Correção:

      onde está escrito fora da região linear da elasticidade, leia-se fora da região linear do gráfico tensão x deformação.

      • Bruno,
        Os materiais tradicionais sim.
        Eles tem uma regiao elastica: exigidos, deformam-se; retira a exigência, retornam a condição inicial (condição linear). Ok!
        Região plástica: faz-se uma exigência maior que a da região elástica… mesmo após retirar a exigência, o material não volta a ser o mesmo. Ok!

        Mas o que falei e o Marcolioni acrescentou não se encaixa nessa padrão.

        Quando disse “mola”, era para simplificar. Mas imagina que está mola está inserida dentro de algum fluido ou material com características “pseudo-plástica” (queria evitar o uso desses termos). Mas acho que tem mais do que isso…

        Na área de Eng. Mecânica, pode-se ter um sistema de amortecedor com mais de um compartimento, o segundo compartimento seria um reservatório desse possível “material ou fluido inteligente” que preenche o amortecedor. A medida que o carro fica mais leve, um sistema sem nenhuma eletronica, quem sabe até acionado pelo piloto, permite que parte do fluido “fuja” para o segundo compartimento. Assim, o “amortecedor” fica menos preenchido, permitindo que o carro fique na mesma altura inicial mesmo seu peso sendo menor.
        Tentar outra analogia: uma seringa cheia de água. Se você tampar o bico com o dedo, quando pressionar o embolo, ele vai ceder pouco. Imagina que a pressão que voce fez é o peso do carro. Passada algumas voltas, não há tanto peso, então a pressão será menor, como faço para baixar o embolo da seringa até aquela mesma marca que consegui anteriormente? Tirando o dedo e deixando um pouco da água fugir pelo bico da seringa. Pronto, com menos pressão (menor peso do carro), farei o embolo atingir a mesma marca anterior.

        Claro, isso tudo no campo da especulação.

      • Uau…
        Agora fiquei impressionado..
        Esse blog está com comentários MUITO BONS MESMO.
        Obrigado a vocês, porque apesar de não entender muito sobre engenharia e mecânica dos materiais (rsrs) a explicação é ótima.
        abraços a todos!!!

  9. Tem que ver o que é ilegal ou que não é, se o material sofre alteração ou reage diferente conforme nossos colegas que estudaram engenharia de materais citaram, tem que ver se tais materias são permitidos na regra, ou se a reação causada pelos referidos materiais tambem não burlam o regulamento. Quanto a Maclaren, ela só chora quando não consegue copiar tal coisa, lembro dela chorando quando a Williams, evoluiu do FW12 até o FW14, que na minha opinião ainda sao os carros mais completos da historia da F1, com suspensão ativa, controle de tração, Cambio super inteligente que reduzia freava e fazia o carro ter reações perfeitas entre retomadas e reduzidas (esse nunca foi pra pista). A Maclaren tentou copiar tudo, e não consegui nada, começou a chorar e a dona FIA, atendeu e acabou com a Williams gradativamente, deixando ela hj no estado em que esta e permitindo as montadoras tomarem conta do circo, mesmo assim a Maclaren, não foi beneficiada ao acabar com a Williams e sim deixou a Ferrari tomar conta, até espionar a Ferrari e tomar redias sobre como fazer um bom carro, ou seja quando a Maclaren chora é por que o dispositivo costuma a ser legal e ela não teve competencia pra copiar.
    A RBR se de fato tiver que mudar, acho que vai perder um pouco de sua superioridade em treinos, mas na corrida não veria grandes diferença.

    • Bem, lembrado, Claudio.
      Muitas das coisas que foram colocadas por mim, são apenas possibilidades.
      Sabemos que a Fia define no regulamento não só as dimensões e os sistemas que podem ser utilizados, mas como também define que materiais são permitidos.
      Exemplo disso são os discos de freio carbono-carbono… na década de 80, eram as pastilhas de Ferro… o carbono hoje tem um capacidade de frenagem 2 vezes maior, com uma confiabilidade impressionante.

      • “Sabemos que a Fia define no regulamento não só as dimensões e os sistemas que podem ser utilizados, mas como também define que materiais são permitidos.”
        Claro Vito.
        talvez se ela fosse um pouco mais liberal teríamos bem mais possibilidades,,,
        mas por um lado isto é positivo, assim não temos aberrações..
        vide post os carros mais estranhos que a F1 já viu,,heheh

        abraços!

    • “Quanto a Maclaren, ela só chora quando não consegue copiar tal coisa, lembro dela chorando quando a Williams, evoluiu do FW12 até o FW14, que na minha opinião ainda sao os carros mais completos da historia da F1, com suspensão ativa, controle de tração, Cambio super inteligente que reduzia freava e fazia o carro ter reações perfeitas entre retomadas e reduzidas (esse nunca foi pra pista)”

      É verdade Claudio.
      inclusive foi o que falei ao Beatle. Sobre os materiais, é certo, o regulamento deve exigir tudo na risca…
      é isso aí então, abraço!

  10. Imagino que possa haver sim um sistema inteligente, bem bolado, que se auto-adapte de acordo com o peso total do carro (consequência direta do peso no tanque). Mas, como foi dito, isso funcionaria gradativamente, e não como algo “ativado” quando o carro vai para o parque-fechado, por exemplo. É realmente especulação querer adivinhar como isso funciona, e mais ainda querer imaginar se a maneira como isso eventualmente teria sido construído estaria ou não dentro das regras. É preciso lembrar também que, as próprias regras, possuem limites sempre muito tênues. Lembrem-se, por exemplo, dos amortecedores da Renault em 2006, que foram legais durante uma boa parte da temporada, e de repente foram banidos. Em tese era algo mais ou menos na linha do que se imagina que a Red Bull possua, ou seja, um sistema inteligente, bem bolado, mas MECÂNICO, sem interferência eletrônica (lembrando que os sistemas eletrônicos, esses sim, verdadeiramente chamados de suspensão ativa, já foram banidos no final de 93, como o Claudio colocou, então talvez o termo ‘suspensão ativa’ não seja o mais correto para o caso da Red Bull). Mas, no caso da Renault, foram proibidos pq foram considerados dispositivos móveis com influência aerodinâmica, e portanto, ilegais (as peças podem se mover, mas não em determinados sentidos, se bem me recordo agora, não pode para frente e para trás, por exemplo). Resta saber se o sistema da Red Bull também possui se utiliza de algumas peças móveis neste sentido …

    • Janus;

      “lembrando que os sistemas eletrônicos, esses sim, verdadeiramente chamados de suspensão ativa, já foram banidos no final de 93, como o Claudio colocou, então talvez o termo ’suspensão ativa’ não seja o mais correto para o caso da Red Bull”
      É isso mesmo, então imagino que deve ser este o motivo da FIA ter “proibido de novo”. Horner diz, não há nada de suspensão ativa no RB6. Mas a McLaren insiste em dizer que sim.
      Lá vem um post explicativo…
      aguardem;

      abraço!

  11. Meu Deus ! nem sei o que estou fazendo aqui Tomás , o nível está de mais para mim , mas como sou um “entrometido”, vou dar um pitaco só pra me fazer presente , pois o meu comentário nada valerá , visto que , estes , estão acima de .
    Estamos nós aqui observando toda essa polêmica envolvendo esse “carrão ” chamado de RB6 , não vejo problema nenhum quando me transporto para o ano passado lembrando o caso da Brawn .
    Os caras conseguiram fazer um carro rápido , e é natural que outras equipes façam algumas acusações, quando ser tem um carro superior , isso faz parte desse esporte ,principalmente no kartismo .
    Pra encerrar digo que o veridicto da FIA será semelhante ao da Brawn do ano passado .

    • Que isso Marco;
      você é um dos grandes comentaristas do Blog, não se sinta inferior não..
      Mas que é verdade que Vito ,Marcolioni, Claudio e cia. deram boas explicações não posso negar.
      e como retribuição, vou responder com um post a altura, amanhã.
      abraço e sim, sua opinião vale, como sempre 😀

      Valeu!

  12. Bem, galera, concordo com com vocês que a choradeira da McLaren e o drama com o carro da Red Bull não é se o carro dos Energéticos tem mesmo uma “suspensão ativa”, eletrônica, ou simplesmente um sistema mecânico, grosseiramente falando, que se adapta a quantidade de combustível do carro.
    A questão é: as outras escuderias não querem que outra equipe tenha algum sistema que ajuste a altura do carro para se adaptar melhor á quantidade do combustível: seja isso feito depois da qualificação, no parque-fechado ou durante a corrida, kkkk. Pois é, na minha opinião, mesmo que seja um mecanismo intelegente, não eletrônico e que esteja dentro do regulamento; as demais equipes vão fazer birra do mesmo jeito, se isso der alguma vantagem para outro carro!!! kkkk Pelo menos, até todos conseguirem algo com o mesmo efeito ou melhor, isso vai dar polêmica! kkkkk
    Hum… Uma pergunta: a Fia inspecionou o carro da Red Bull, mas não é possível ela retirar essa mecanismo (seja eletrônico ou não) e depois recolocá-l0? Afinal, depois daquele triste caso de espionagem em 2007, os carros da McLaren também forem inspecionados, “e não se achou” nada copiado da Ferrari. Mas no caso, acho que dispositivos estão aí para serem colocados e tirados!
    Bem, no mais, espero que essa questão seja logo resolvida. E se o dispositivo for apenas mecânico, que seja logo liberado para se acabar com as dúvidas sobre a questão; e liberar quem quiser copiar para acabar com a chiadeira!!!! Rs, rs.
    Bjs!

    • Oi Ester;

      ‘Hum… Uma pergunta: a Fia inspecionou o carro da Red Bull, mas não é possível ela retirar essa mecanismo (seja eletrônico ou não) e depois recolocá-l0?”
      aí esta a pergunta, incrivel como a FIA nunca acha nada..kk
      vai ver que não tem nada, só um sisteminha de suspensão ativa….
      😉

      abs!

  13. Afinal, quem sou eu para discutir com engenheiros. Sei apenas, que não ficaria surpreso se o carros da RBR., apresentassem alguma coisa fora da legalidade, afinal, a FI sempre teve especialistas no assunto. A FIA não dispõe de meios tecnologicos para constatar se a afirmação da RBR., de que a tal suspensão inteligente não existe, eu creio, apesar do pouco conhecimento no assunto, que é possivel verificar se esse expediente esta ou não sendo utilizado pela RBR.

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