Quando começou a sua paixão pela F1?

23 de agosto… É o meu dia preferido do ano. Não só pelo meu aniversário, data que todos nós adoramos, mas sim porque o número 23 me atrai. E agosto também. Bom, assuntos estranhos aparte, estava pensando agora que nesses meus 14 anos de vida só acompanho F1 desde os 9, 10 mais ou menos.

O que segnifica que enquanto eu queria ser paleontólogo (sonho antigo de criança que já se desfez) ou pintor (sem comentários) a Fórmula 1 rolava e eu nem sabia.

Só de pensar nisso já me dá uma certa agonia. Mas tudo tem seu tempo, e nós descobrimos o que realmente gostamos com o passar do tempo. Acredito que seja bom para mim hoje saber o que quero ser na vida, já que tem jovens de 16 a 20 que ainda não sabem. O jornalismo da F1 é magnífico, e passar do hobby ao dever e trabalho é melhor ainda. Você faz o que gosta e recebe por isso.

Claro que ainda são só planos, mas uma vista já está feita. O bom disso também é que meus pais apoiam e isso é ótimo.

Mudando de assunto e indo para o que eu queria falar aqui, é curioso quando a paixão (não sei se é a palavra certa, mas…) pela Fórmula 1 explode em nós. Eu praticamente descobri isso sozinho, já que meu pai não é tão chegado nas corridas (assiste, mas não é aquele fanático como eu).

Minha mãe, aí nem se fala, me dá risos quando ela diz: “Ver um monte de carros correndo em fila por 70 voltas é chato”. Um detalhe foi que ela disse isso depois de ver o GP do Bahrein. Ficou traumatizada, rs.

Voltando novamente, eu descobri a F1 lá por 2005. Lembrava do Montoya. E nada mais, por incrível que pareça. Em 2006 aí comecei a me interessar mais e vendo algumas corridas aleatórias já sabia o nome de alguns pilotos. Nunca vai me sair a imagem quando Massa venceu de ponta a ponta. Foi fantástico. Mas por algum motivo eu comecei a torcer por Alonso, e isso não parou mais.

Imaginem vocês eu com 11 anos em 2007, já fanático e sabendo o nome de todos os pilotos do grid, vendo cada corrida e torcendo. Acredito que o torcedor é alguém muito estranho. Porque torcer por este ou aquele? O que me identifica?

Provavelmente o fato da Alonsomania estar no auge com o bi em 2006 tenha contrubuído, mas mesmo não sendo mais campeão dali em diante e tendo anos difíceis na volta à Renault eu deixei de torcer. Porque como já disse, torcedor é alguém muito estranho.

Claro que não se pode misturar o “torcedorismo” no jornalismo. Isso é algo muito importante e ser imparcial é fundamental. Mas tem uma coisa: não adianta você pensar algo e dizer o que for melhor para os outros ouvirem só para não se manchar.

Eu pelo menos não sou assim, e coo já compartilhei aqui, sou contra a punição a Ferrari. E não é por minha torcida para Alonso, simplesmente porque tenho minhas opiniões, assim como muitos no mundo da F1 que discordaram. É normal, porque todos dizendo o mesmo seria tediante.

O bom é você torcer normalmente, sem tanto fanatismo. O contrário disso foi o que aconteceu com Massa nos últimos anos e no que virou depois de Hockenheim. É por aí.

Agora, a pergunta que já me inquieta e que imagino vocês queiram saber sobre outros comentaristas também: Quando e como começou a sua paixão pela F1?

27 comentários em “Quando começou a sua paixão pela F1?

  1. Minha piaxão começou em 1993, quando tinha 9 anos. Inesquecível a ultrapassagem do Senna sobre Damon Hill, em Interlagos. Por ser brasileiro, escolhi ele para torcer. Acompanhei a apenas um ano, mas virou ídolo. Também sou fã do Nelson Piquet, apesar de ele ter parado na Fórmula 1 em 1991. Piquet é um cara autêntico. Dos que correram, gosto também do Emerson Fittipaldi, Michael Schumacher, Gerhard Berger, Jean Alesi, Mika Hakkinen, Kimi Raikkonen, Juan Pablo Montoya, Giancarlo Fisichella, Jarno Trulli. Dos brasileiros, torço por todos eles, ainda mais a bordo da McLaren e Ferrari.

    Depois da morte do Senna, passei a torcer por McLaren e Ferrari (muitos questionam, por serem as principais equipes, mas em 1993 e 1994 as melhores eram Williams e Benetton). Por pilotos, criei mais identificação por Ayrton Senna e Nelson Piquet.

    A paixão pela Fórmula 1 foi rápida, até hoje me pergunto e sigo sem resposta se prefiro Fórmula 1 (McLaren, Ferrari e Brasil) ou Futebol (Avaí e Palmeiras). Posso dormir 3, 4 da manhã, mas se tiver corrida, acordo cedo para acompanhar treino oficial, corrida. Pra mim, não tem tempo feio para assistir a um Grande Prêmio.

  2. Comecei a acompanhar a F1 em 1980. Tinha 6 anos, foi uma corrida em que choveu no meio da prova e o carro de um brasileiro não parava de rodar na pista, rodava ate no meio da reta. Daí perguntei para meu pai e meu tio que estavam assistindo: O que é isso que vcs estão assistindo? _ É corrida da carros meu filho – respondeu meu pai. E de quem é esse carro que tá rodando? Ele é ruim né pai? perguntei novamente. Ele me respondeu: _Ele é muito bom meu filho, ainda vai ser campeão e vai nos dar muito orgulho. Daí em diante passei a acompanhar os passo daquele que pra mim foi o mais completo piloto brasileiro que já existiu. Nelson Piquet Souto Maior. Sendo campeão no ano seguinte. Depois a transição… Piquet estava se aposentando e teve como companheiro o assombroso jovem promissor, o maior de todos os tempos… Michael Schumacher! mas já estou pensando por que torcer quando Schummi se aposentar…Talvez Vettel, Hamilton, não sei, talvez…

  3. Tomas, parabens pelo seu aniversario e eu torco para que vc consiga seguir seu sonho de viver da F1.

    A minha paixao vem desde 1974 ( tinha 4 anos ) , me lembro de estar sentado na sala de TV com meu pai torcendo pelo Emerson e pela Ferrari imagem que masi me vem a cabeca eh essa http://www.youtube.com/watch?v=WsxU-8BuliE&feature=search, o GP de Monaco e a Ferrari do Lauda na piscina.

    Gracas a Deus ja pude ver mais de 10 GPs do Brasil, vi o emerson correndo de Copersucar, vi carros antigos e novos e se Deus quiser ainda poderei ir assistir a algumas corrids de F1 fora do Brasil.

    Grande abraco,

    Fernando

  4. Parabéns Tomas.
    A minha paixão começou ai por volta de 81, com 6 anos, com um grande amigo do meu irmão mais velho. Os meus irmãos gostavam, ,as esse amigo era fanatico como eu fiquei. Sabia o nome de todos os pilotos pela cor do capacete e mil e uma coisas, a coisa foi entranhando até que por volta dos 10 penso eu, já nem me recordo muito bem, comprava jornais da especialidade aqui em Portugal, lia tudo ficava fechado em casa a ver as corridas com um primo que apanhou o vicio como eu. Ele é nove meses mais novo, adorava-mos fazer o balanço do fim de semana, ai com 14, 15 anos fomos ver a nossa 1ª corrida de formula 1. Ainda tenho bilhete guardado religiosamente!!!
    Hoje com 35 anos não consigo deixar de ver a f1…

  5. Eu comecei em 2003, tinha 8 anos; já sabia q o Schumacher era o “bicho-papão”. Antes eu detestava F1, via esses carros, dando voltas, sem noção…
    Acompanhei muito em 2005, e não me esqueço dos azares do Kimi Raikkonen. A primeira corrida de madrugada q ví, foi o GP da MALÁSIA DE 2005.
    Não perdia uma corrida desde o GP da Hungria de 2007, não ví o GP da Bélgica do ano passado.
    Eu já fui mais fanático por F1, mais ainda depois do excepcional campeonato de 2008. Hoje eu “esfriei” em questão de gostar por F1.

  6. Eu comecei a seguir F1 com 10 anos em 2005 (tal como o Tomás), mas a primeira corrida de sempre que vi foi o GP do Brasil de 2003. Lembro-me dos grandes acidentes de Webber e Alonso…

    Mas só comecei a seguir F1 “a sério” em 2005, quando torcia pelo Raikkonen que era e é o meu piloto favorito de sempre… vá-se lá perceber porque o “Iceman” é o meu ídolo tendo em conta
    a sua habitual frieza com os fãs!

  7. Quando era pequeno via meu pai assistindo a corrida, mas não sabia direito quem era quem. Achava que o Schumacher era brasileiro. Quando tinha uns 5,6 anos ganhei um SuperNintendo, aí aprendi o nome de todos os pilotos, equipes, mesmo sem assistir todas as corridas. Senna, Schumacher, Prost, Villeneuve, era muito bom o jogo. Tem até uns vídeos no Youtube, só que na versão Mansell, não Senna.

    A primeira temporada completa que assisti foi 2001, há 10 anos. Tinha 6 para 7 anos. Com mais torcida do que lógica, mas já assistia, sabia as pistas, os pilotos, as equipes, tudo de cor e salteado.

    Fui ficando mais racional ao longo do tempo, torcendo para outros pilotos, não só os brasileiros, e isso chegou ao auge em 2005, quando nenhum brasileiro foi bem, mas eu assisti a todas às 19 provas ao vivo, a única vez que consegui isso. Não perdi a hora de nenhuma corrida de madrugada.

    Hoje eu torço pra metade do grid da F-1, mas na hora de falar consigo me distanciar e fazer análises imparciais.

    É isso aí Thomas, abraço, e feliz aniversário.

  8. Comecei em 1987… Mas a paixão explodiu mesmo em 88 com o primeiro campeonato do Senna. Em 94 depois que ele morreu, achei que só gostava dele e abandonei a F1, mas em 96 eu percebi que a paixão era pelo automobilismo e acabei voltando.

    Feliz Aniversário e muito sucesso na sua carreira rapaz! Você tem muito futuro!

  9. Em primeiro lugar, meus parabéns, Tomás!!!! Muitos km de experiência e muitos primeiros lugares para você, no decurso da corrida da sua vida!

    Agora, quanto ao tema da postagem… eu tenho 9 bandeiras azuis em cima de você, tenho 23 anos de idade. Acompanho a F1 desde… sempre, sei lá. Minha mãe sempre gritou pelo Ayrton Senna dentro de casa. Eu tenho lembrança de ter visto uma disputa entre ele e o Prost em 1990, aos meus 3 anos.

    Nunca vou esquecer a agonia dela quando o Senna nos deixou em 1994. Mas continuei assistindo porque simplesmente adorava ver os carrinhos correndo. E hoje, nada disso mudou. Jogo muito F1 Challenge e rFactor nas (poucas) horas vagas e assisto às corridas com gosto sempre que acordo em tempo.

    Meu trabalho até que tem a ver com F1… ou tinha, até a Petrobras deixar a categoria em 2009. Mas eu continuo na esperança de que ela volte a fornecer. Assim posso tentar conseguir ingressos grátis para o GP Brasil, que por sinal este ano parece que vai se chamar GP Petrobras do Brasil de F1, de novo.

    Mais uma vez, parabéns por mais esta bandeira quadriculada! Champanhes e o hino nacional para ti!

    Passa lá no PH Miniaturas sempre que puderes!

  10. FELIZ ANIVERSARIO TOMAS!!!!!, eu começei a acompanhar a F1 1 ano dps de vc em 2006 de tanto ouvir você falar sobre o assunto na sala, mas eu comecei mesmo a gostar e seguir a F1 em 2007…

  11. Minha paixão pelo automobilismo, não exatamente pela F1, começou um pouco antes e de maneira diversa da maioria. Foi em 1966, fevereiro, tinha 10 anos de idade quando pus minhas mãos pela primeira vez em um exemplar da revista Quatro Rodas, e então tomei conhecimento deste tal de esporte a motor. O exemplar do mês seguinte trazia na capa uma foto do Jim Clark e sua baratinha (como costumávamos chamar na época os carros de corrida) meio que me hipnotizou, e dái em diante, por muitos anos, não perdi um exemplar sequer da 4R, lidos do final para o começo, sempre Alta Rotação e Pára Choques em primeiro lugar. O interesse e a paixão pelas corridas, e consequentemente pela F1, vieram naturalmente, os meus primeiros ídolos foram Luis Pereira Bueno, José Carlos Pace e Jim Clark.
    Parabéns pelo aniversário e sucesso na carreira. Fazendo e que você gosta e recebendo por isto, não terá que trabalhar um dia sequer na vida.

  12. Parabéns Tomás! Muitas felicades pra vc e torço muito pelo o seu sucesso como jornalista, que talento você tem e muito!

    Como gostei da F1? Minha primeira lembrança é de um GP que o Mansell e o Senna ficaram emparelhados em uma retona e eu fiquei maravilhado com isso. “Como eles conseguem?” eu pensava, depois passei acompanhar aos poucos, via algumas corridas,mas a temporada de 1993 foi a que eu vi todas as corridas. Virei mais do que fã da Williams por ser a mais rápida, por ter tido o Mansell, e depois o Senna, o patrocínio da Sega em 1993 tb audou bastante e depois veio a dmiração por Frank Williams e Patrick Head que não dá mais não torcer por outra equipe. Também sonho em ser jornalista, mas sendo da acessoria de imprensa da Williams eu seria o homem mais feliz do mundo!

    Abs!

  13. Parabens Tomás!!!

    Eu lembro de assistir corridas da F1 na época de Ferrari do Rubinho, em 2003 ou 2004. Lembro de ver eu, meu pai, minha mãe e meu irmão (na época não sabia de nada, só durmir e comer)sentados na sala vendos as corridas, e quando o Rubens vencia era uma grande comemoração, lembro de meu pai em pé cantando o hino, mas não era daqueles que esquece do mundo quando tem F1.
    Em 2006 lembro de assistir algumas corridas, mas não todas, eu via quando acordava e estava passando. No ano de 2007 começou a verdadeira paixão pela F1. Começei a acompanhar no meio do ano, e não perdi mais. Um momento legal foi no GP Brasil, onde eu e dois tios meus estavamos aguardando o inicio da prova e um deles disse pra nós fazermos uma aposta em quem seria o campeão. Os dois foram em Alonos, claro era o Bicampeão, já eu apostei no Kimi, meio no chute mas… No fim sai com 10 reais a mais no bolso. hehehe
    Em 2008 eu acompanhei desde o inicio, assistindo corridas as 2, 3, 4 ou qualquer hora do dia. Lembro de sofrer com os erros de Massa, e principalmente da Ferrari. Lembro de estar na sala de casa no mesmo GP Brasil, dessa vez com meu pai, pulando de alegria com a ultrapassagem de Vettel, e depois eu chorava com Felipe saindo do carro. Foi ai que tambem surgiu a vontade de ser piloto.
    A F1 foi o inicio do meu amor da velocidade. Já hoje assisto corrida até de carrinho de rolimã.

  14. Tomás , tudo começou em 1965 aos 13 anos com algumas folheadas na revista Seleções , e um olhar fulminante para um carro que jamais tinha vista na minha vida ! Um carro verdadeiro de corrida ! um Honha F1 1964 que na realidade fazia parte de uma propaganda das velas Champion . Amor incondicional ! Amor a primeira vista ! Aquele carro era tão lindo , tão diferente , que daí a coisa começou , e não parou nunca mais , e lá se vão 45 anos seguindo essa coisa ! E a sorte foi tão grande , que nessa revista tinha um encarte para a assinatura da revista Auto-Esporte , claro que meu pai assinou pra mim né ?! No ato ! Portanto , a F1 passou a ser trazida pra mim , pelas revistas Auto-Esportes , lidas relidas e devoradas , porque só iria saber notícias da F1 somente um mês depois e , as vezes , com um certo e longo ” atrasinho ” .

    E agora amigo Tomás , quem poderia imaginar ( eu pelo menos não imaginava ) , que essa modalidade do automobilismo fosse despertar tanta paixão e fanatismo nos dias de hoje né ? E esse esporte , tem um lado muito curioso : acredito ser o único esporte no planeta , onde encontramos torcedores de um país torcendo por pilotos de uma outra Pátria . Isso quer dizer Tomás , que o sentimento para alguns torcedores , é muito maior do que a nacionalidade , e você é um exemplo disso do que eu comento , não é verdade ?

    Tomás , grande abraço .

    • Concordo Marco. Só n F1 as nacionalidades não são “respeitadas”, mas, mesmo eu sendo torcedor do Massa, isso é legal, mostra que nem tudo tem que ser certinho, a F1 mudou esse pensamento.

      • Verdade Lucas ,” a F1 mudou esse pensamento ” sim . E também o Brasil , passou a ter uma grande legião de torcedores apaixonados ainda maior ,( e é o que estou vendo e lendo aqui ) por causa de pilotos que nunca fizeram apenas números . Foram oito títulos conquistados por Emerson , Piquet e Senna que evidentemente , só serviram para colocar ” fogo ” nessa questão . Assim , passaram a ver nas corridas , algo muito maior ( paixão e fanatismo ), e não apenas do que um simples interesse pelo esporte não é verdade ?

    • Marco,
      ver uma foto de um F1 com as 4 rodas no ar é paixão pura.
      Sobre brasileiros torcendo por pilotos de outros países, isso era praticamente impossível na época do Emerson, Piquet e Senna.

      • Felix meu grande amigo , em nenhum momento disse isso , muito pelo contrário . Depois das conquistas desses três pilotos: Emerson , Piquet e Senna aí sim , que, em termos de torcidas a coisa realmente tomou um outro rumo , pois na época de Emerson muito poucos brasileiros ainda não conheciam muito a F1 . Portanto , realmente era difícil mesmo torcer para um piloto de outro País .

        Felix , tinha uma época quando garoto , que o meu quarto era cheio de fotos coladas nas paredes do meu quarto , eu ficava lá , adimirando elas , inclusive essas dos carros no ar em Nurbrügring .

  15. Posso dizer que foi antes do Emerson partir para a Europa, vinha de uma tristeza profunda com a morte do meu primeiro ídolo Clark, nessa época era muito difícil acompanhar alguma coisa sobre a F1, mais já tinha o sangue da F1, o bom foi ver um brasileiro ganhando na Inglaterra, olha eu estou falando da Formula Ford e sendo campeão, depois mesmo entrando no meio do campeonato da F3 Fittipaldi foi campeão e de repente já pilotando um F1 algo inconcebível e nesse mesmo campeonato sua primeira vitória, primeiro título e ….
    Nada supera acompanhar a carreira de um piloto desde seu inicio no Kart

  16. Alguem mais velho que eu me ajuda, eu não lembro o ano, mas sei que era fã do Mauricio Gugelmim, acho que assim que se escreve, torcia por ele, por que tinha antipatia do senna que ganhava muito, coisa de criança torcer pro mais fraco, acho que 89 ou 88 com apenas 8 anos, mas era fã de verdade dos Fw12/13/14/15, e adivinha quem construiu essas maquinas, o mesmo cara que construi as RBRs voadoras….

    • O Catarinense de Joinville Maurício Gugelmim começou sua carreira na F1 em 88 e terminou em 92 . Disputou se não me engano algo em torno de 80 GPs , teve um podio , e a melhor volta em um GP algo assim , mas com certeza ele participou da F1 entre os anos de 88 a 92 .

  17. Eu comecei a ver em 1998 (8 anos). Meu pai assistia na época do Piquet e do Senna, mas a única corrida que eu lembro do Senna foi a de Ímola, aquela lá =/

    Depois meu pai parou de ver, como várias pessoas pararam. E do nada, um belo dia de 1998, achei uma revista de F1 jogada, olha só que pecado [Cleber Machado mode rsrs]. Era sobre o GP do Brasil que era a 2ª etapa do campeonato. Li aquela revista inteira, mas não assisti o GP do Brasil (fail). A primeira se não me engano foi da Espanha. Fiquei procurando a “equipe do Senna”. Quando vi a McLaren preta, achei estranho, quando vi o Schumacher eu falei “pra esse eu não torço!!”, foi bem espontâneo kkkk. Torci aquela temporada para o Hakkinen e incrível como de um ano para o outro, sem internet nem nada, eu fiquei sabendo quem ia pra qual equipe e tudo isso. Nem compara hoje, que temos todas as informações antes de terminar a temporada rsrs.

    Até hoje torço para a McLaren e para os brasileiros, mais para o Barrichello, menos para o Massa e sempre odiei a Ferrari…e sou feliz hehe

  18. Pessoal, que histórias bacanas!
    Infelizmente não posso responder a todos, mas agradeço pelos “feliz aniversário” e as histórias são muito interessantes. Assim nós sabemos mais das pessoas que trocamos ideias diariamente!

    Um abraço para todos.

  19. Começouu quando eu tinha 5 anos de idade. Sei que isso é ser muito moleque, mas eu já via e gostava e todo dia de corrida acordava cedo e ai não perdi quase corrida nenhuma. Vi muita coisa boa, mas infelizmente também coisas ruins.

  20. Acompanho temporada completa desde 1981, me lembro da primeira corrida GP Brasil, Piquet arriscou largar de pneus de seco no molhado, se deu mal…Acho que assisti partes de algumas corridas em 1980, lembro que meu pai assistia e eu me impressionava com os acidentes. A partir de 1981 comecei a ver todas as temporadas e não parei mais, em 83 comecei a torcer para Ferrari e é assim até hoje, mas estou tendo uma “quedinha” pela Mercedes(fazer o que Schumacher me deu mais alegrias que a própria Ferrari, em todo caso a Ferrari tem Alonso um baita piloto e Massa que pode surpreender, quem sabe 2011/2012). Assisti mais de 480 corridas pela tv, acho que perdi no máximo 5 GPs desde 81. Desde 03 gravo todas as corridas, depois da choradeira do Rubinho na AUT/02 comecei analisar cada GP para ver se ele tinha razão…pra mim ele fez tempestade em copo d’água, na pista não fez nem sombra a Schumacher! Rubinho geralmente disputava posições com Coulthard, Ralf, Montoya e Button brigando para chegar ao pódio, venceu corridas, mas isso outros também fizeram é apenas um bom piloto! Na frente mesmo Schumacher disputou com D.Hill, Hakkinen, Raikkonen e Alonso, as vezes com Montoya, Ralf e Rubinho que raramente andava perto do alemão, pra mim Rubens foi um grande criador de caso na Ferrari, não sabia sua exata posição na equipe! Naquele GP MON/05 que Schumacher o passou na última volta Rubinho foi chorar para os jornalistas, mas nesse GP ele fez uma péssima prova, errou várias vezes, tomou até punição, ainda deu uma baita vacilada na última volta, justo com o alemão oportunista atrás, tinha que ficar quieto. Pra mim o que interessa é ver a Formula 1 como um TODO, não me importa nacionalidade do piloto e sim se ele é fora de série. Trapaças, favoritismo dentro da equipe acontece desde 1950 por isso não ligo, sem Schumacher em 07/08/09 aconteceram coisas bizarras como escândalo da Mclaren e caso Singapura, mas outras barbaridades aconteciam nos anos 80 e ninguém falava nada…então todos estão certos ou então estão errados. E piloto não é escolhido para ser primeiro piloto, ele conquista essa posição mostrando serviço com conquistas, “números” na pista, sempre brigando por títulos, coisa que nunca vi Rubens fazer, nem em 2009 aconteceu, Button disse o ano todo que sua preocupação era com os pilotos da RBR, e ele estava certo, Vettel foi vice o que chegou mais perto! Rubens sempre foi de fácil “manipulação” dentro e fora das pistas.

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