Os fatos que marcaram a temporada

2010 foi um daqueles anos para o esporte que não serão esquecidos tão facilmente. No caso da Fórmula 1, a lembrança torna mais especial a recordação- daqui a 5, 10, 20 anos. Tivemos uma série de marcos desde março, que deixaram um gosto doce ou amargo, a ser contestado por cada um.

A renovação constante da Fórmula 1

Foi uma temporada em que tivemos o campeão mais jovem de toda a história. E curiosamente o índice de precocidade dos campeões vem crescendo nos últimos anos- Alonso bateu Fittipaldi em 2005, Hamilton bateu Alonso em 2008 e agora Vettel bateu Hamilton em 2010. Um exemplo de uma constante renovação, que não tem “era”. Tentaram, isso é certo, encaixar uma “Era Alonso” depois do bicampeonato do espanhol. Mas Kimi, Lewis, Jenson e Sebastian não deixaram.

Aliás que impressionante. 5 campeões distintos nas últimas cinco temporadas. E todos  com equipes diferentes:  Renault, Ferrari, McLaren, Brawn GP e Red Bull. As duas últimas novíssimas no circo, sendo que a Brawn resgatou a Mercedes para este ano.

RB6- A máquina

Tivemos novidades aerodinâmicas importantes, como o duto do time de Woking, que infelizmente está banido para 2011. A Red Bull, na verdade, foi a que mais conseguiu equilibrar segredos e soluções no RB6- um carro mais do que fantástico.

Inclusive é curioso como, com um carro tão dominante que marcou 15 Pole Positions em 19 possíveis, não se sagrou campeão com tanta antecedência. Poderia tranquilamente ter repetido o strike na concorrência da Ferrari em 2004, que venceu 15 provas. Era “só” aplicar as Poles em 1º lugares concretos que estava feita a festa.

E nós temos que agradecer que os de Milton Keyes não capitalizaram todas as suas Poles, pois senão não teríamos tido 6 líderes diferentes no ano. Foram curiosamente os seis primeiros na tabela, com Massa mais distanciado do Top 5 que vimos ao longo do ano até Interlagos. Foi um campeonato imprevisível, fantástico, polêmico, alegre, triste, um salada de frutas.

“Fernando is faster than you”


A frase. Talvez a frase mais impactante da década. Mais que “this is ridiculous”“porcaria”“nada mal para um segundo piloto” ou“Waka Waka Baby”. A Ferrari sujou o ano, arrancou o espetáculo da F1 por uns segundos caçando a vitória de Massa na Alemanha. Foi um fato histórico, apesar de negativo, que será lembrado por muitos anos ou talvez para sempre- assim como os acontecimentos de Áustria 2002. Infelizmente a Scuderia acaba marcando a temporada com uma polêmica, um julgamento, uma sujeira.

Seguramente foi um dos momentos mais decepcionantes do ano, em que todos nós nos sentimos ludibriados, onde vimos, na nossa frente, um resultado ser manipulado de forma descarada.

A derrota de Alonso e Ferrari

Claro que a balança, nesse caso, foi bastante equilibrada. Digamos que Alonso possuía o título nas mãos. É injusto jogar a culpa inteira da perda do caneco na estratégia falida da Scuderia, mas a decisão tomada de parar cedo teve duras consequências. Analisar tudo depois deixa qualquer fato mais simples, é óbvio. Mas foi marcante como uma equipe, a mais tradicional da Fórmula 1, comete erros crassos em momentos tão delicados.

Os pneus macios de Alonso estavam perdendo ritmo, sim. Mas mesmo parando 5 voltas depois de Webber, Fernando voltou na sua frente. Resta saber se multiplicando essa quantidade por três, 15 voltas depois, a situação continuaria a mesma. A verdade é que Alonso poderia ter chegado em 4º (posição que lhe daria o título) tranquilamente. E nessas horas é que a Ferrari chora pelo leite derramado e a Red Bull comemora um título quase perdido.

Vettel, o campeão

Venceu o melhor, obviamente. O menino Vettel, que não havia liderado jamais a tabela sai líder dela onde mais importava. Sebastian que marcou isso e nós: A perseverança e talento. Grande parte de vermos Vettel triunfante se deve à Red Bull que lhe depositou confiança até o fim, e teve a justa recompensa.

Podemos ter tido Hamilton iluminado na metade do ano, Webber constante na maioria deste e Alonso ressurgindo como uma fênix no último terço- exceto em Abu Dhabi. Mas Vettel fez mais que todos. Apesar de ter errado ao bater em Webber e Button de forma infantil, não ter arriscado em dar o bote em Alonso em Hugaroring e Marina Bay e ter sofrido três grandes problemas mêcanicos na temporada, ele foi o melhor quando mais interessava, no final.

Uma força mental incrível para um garotinho de 23 anos que foi como um computador programado nas últimas 4 provas, onde marcou a Pole e venceu 3, sendo que a vitória em Yeongam não chegou por um infeliz problema no seu motor Renault, e a Pole, em Interlagos, pela volta irreal de Hulkenberg.

Vettel também derrotou campeões consagrados e seu experiente companheiro de equipe que este esteve á sua frente na maior parte do ano. Foi capaz, no entanto, de superar a pressão posta em sua figura ao longo da temporada, onde chegou a ser denominado de “crash-kid” por Martin Withmarsh, da McLaren, vencer tudo e todos e conquistar o título de forma impecável. Um campeão com méritos.

E, agora, que venha 2011…

Dito isto, agora é com vocês: Qual foi o momento mais marcante da temporada na sua opinião?

19 comentários em “Os fatos que marcaram a temporada

  1. Grande Post Tomás!

    Belíssima temporada essa de 2010.

    Só uns detalhes: Lewis tirou a marca de Alonso em 2008 e não 2007 como você citou.
    E Vettel não fez as 4 últimas poles do ano. Hulk marcou a pole em Interlagos.

  2. A pole do Hulk em cima do Rubinho justo em Interlagos foi pracabá. Era a primeira vez que Hulk corria em Interlagos, tenha dó…

    • Foi uma Pole irreal, diga-se de passagem. Todos sabem disso, foi um golpe de sorte. Se o Rubens estivesse no lugar de Hulk naquele momento, muito provavelmente teria feito a Pole também.

  3. Tomás, maravilhoso texto, colocou o que foi realmente a F1 de 2010, foi um ano maravilhoso e ficaria marcado como mais um sujeira que a máFIA não se impôs, mesmo tento um regulamento para punir, no final tivemos um campeão merecido.

    Fiquei um pouco decepcionado com o piloto Hamilton, com seus erros de pilotagem quando Alonso estava na sua traseira, foram erros cruciais onde mostrou que mesmo com um título ainda não tem uma estabilidade emocional para a reta final. Lewis com seu show na pista poderia ter se sagrado campeão com méritos.

    Webber, outro piloto que merecia esse título até as três últimas corridas, ficara marcado pelo acidente espetacular e por ter a coragem de jogar mer.. no ventilador e não abaixar a cabeça.

    Vettel, Hamilton e Webber, qualquer um deles eu ficaria satisfeito ostentando o título.

    • Obrigado Felix;

      Foi um ano memorável sim. Como disse, uma daquelas temporadas que não será esquecida tão facilmente…

  4. Tomás, o piloto russo já não aguenta mais as reclamações .

    Vitaly Petrov:
    “Muitas pessoas me amaldiçoaram, dizendo que eu bloqueei Fernando Alonso, eu estava disputando um sexto lugar que era muito importante para mim, eu não tenho culpa da liberação dessa pista para corridas da formula 1, eu não fiz nada de errado, não joguei sujo. Por 39 voltas, eu estava na frente dele, Alonso é que não tinha um carro suficiente rápido para fazer uma ultrapassagem naquela pista.”

    “E mesmo que o Alonso tivesse me passado, ele também tinha que passar Nico Rosberg, que era mais rápido do que eu. Fiz a minha própria corrida, sou piloto da equipe Renault não da equipe Ferrari ou da Red Bull.”

    “Penso que tanto a equipe Ferrari quanto o próprio Fernando Alonso, cometeram um erro tático inadmissível.”

    “Vettel, vi que ele escreveu no seu site oficial que estava grato a mim”.

    • Sim. Agora me espantei na página anti-Petrov no Facebook. Conta com 600 seguidores e chama Vitaly de estúpido, lento, idiota, e mais. Lamentável!

      • Tomás

        Só o Felipe Massa e seu ENGº de pista fornecem prova..quando o Haimito pit-bull, piloto autorama ( já apareceu o Wilson?.. passou Kova no mesmo sítio e circuito alguém bradou assim…)

        Só seus 14 anos vão pensar que vai haver prova…e ainda bem que assim é, não perca essa vontade de achar a verdade..

        Abraço

  5. Realmente belo texto, principalmente o do Vettel. Vamos fazer um video com alguem lendo esse texto no fundo, hehehehehehehe.
    Foi uma boa temporada, que com o novo sistema de pontuação, ficou ainda mais imprevisivel.
    A momento mais marcante pra mim foi o “Fernando is faster than you”, principalmente por ser Massista ou Massete, tanto faz. Saber que um ano depois de ter ficado parado sem saber o que fazer ou falar em frente a TV, a Ferrari tira a vitória de Felipe, sem motivo algum. Isso me marcou muito, muito…

  6. Prezado SennaStirling e demais comentaristas,

    Como sempre disse, está evidente que na RedBull existe o 1º piloto, assim como existe em quase todas as equipes onde um deles, ou é considerado superior ao outro, ou ao longo da temporada demonstre ser (caso de Alonso e Kubica por exemplo).

    Primeiro, vamos ao fato que o SennaStirling adora mencionar para equiparar as condutas de Ferrari e Redbull, “O CASO DA ASA DIANTEIRA EM SILVERSTONE”:

    A asa dianteira foi retirada do carro de Webber e colocada no carro de Vettel porque, naquele momento, era a única disponível, portanto, segundo critérios da RedBull, deveria servir àquele que a equipe considera o mais apto (no caso Vettel).

    O fato pode ser censurado?

    Pode e deve, mas, a pergunta que deve ser feita é a seguinte: Ao tirar a asa mais evoluída do carro de Webber e colocá-la no carro de Vettel a RedBull fraudou a competição, retirando a possibilidade de Webber disputar o GP em condições de ganhá-lo?

    Resposta: Pode-se acreditar que a RedBull diminuiu as chances de Webber e aumentou as de Vettel, mas nunca que ela tenha tirado as chances de Webber. A prova disso é que Vettel largou mal e Webber ganhou a corrida, ou seja, Webber tinha alternativa, de, com seu talento, competir contra todos os outros e ganhar a corrida. Foi uma vitória da força de Webber contra a política de favorecimento da RedBull (favorecimento em equipamento, não em pista, o que é muito diferente).

    Tal atitude pode até ser considerada censurável, mas, é bastante corriqueira na F1, principalmente em equipes que não possuem estrutura suficiente para abastecer os dois pilotos com as mesmas atualizações dos carros.

    Aliás, se você olhar para a Renault de Alonso e Briatore em 2008, vai ver que ele estava sempre duas a três corridas na frente de Nelsinho Piquet no quesito atualização do bólido e isso nunca foi considerado atentatório à categoria.

    Totalmente diferente é a filosofia Ferrari (e que já andou acontecendo na McLaren) de decretar que determinado piloto deve ceder posição a outro quando seja da conveniência da equipe durante a disputa de um GP, ou seja, mesmo que o 2º piloto esteja em uma dia de pilotagem espetacular, pelos seus méritos, ele deve abdicar de sua performance para participar de uma fraude que ofende a disputa em pista, a categoria em si, e o público (exceto, lógico, os fãs do piloto e equipe favorecidos) manobrando para produzir “artificialmente” o resultado desejado pela equipe.

    São condutas semelhantes apenas no sentido de que configuram um privilégio a um dos pilotos, mas, sem medo de errar, a segunda é infinitamente mais grave que a primeira.

    Aliás, a diferença de bólidos é questionável, mas, é da própria essência da F1, onde existem carros quase dois segundos mais lentos que os de ponta. Isso torna difícil que um piloto em carro inferior possa ganhar de outro em carro superior? Sim, mas não o impede de tentar, não torna impossível sua vitória, não destrói o espírito de competição. Frise-se que, tal diferença pode ser apontada em outras categorias que sejam disputadas com equipamentos (Volvo Ocean Race, Mundial de Rally, Mundial de Motociclismo).

    Em síntese, o favorecimento de um piloto dando a ele preferência na utilização do equipamento mais atualizado é censurável, mas, infinitamente pior é a fraude de um resultado em pista para favorecer determinado piloto. As duas condutas tem alguma semelhança, mas, a gravidade da primeira é muito maior que a da segunda.

    Faço uma analogia com o direito penal para simplificar o entendimento: a subtração de coisa alheia móvel na forma simples é furto (01 a 04 anos de reclusão), com violência e resultado morte é latrocínio (20 a 30 anos de reclusão). Nas duas condutas a finalidade do agente é a subtração de coisa alheia móvel, mas é evidente que uma é muito mais grave que a outra.

    Segundo, vamos ao ocorrido em Abhu Dabi:

    Webber apenas comentou que trabalharam como equipe, ou seja, ele próprio, vendo que não tinha como ganhar ou chegar à frente de Alonso, resolveu aceitar a estratégia de enganar Alonso. E olhem que ele não disse exatamente isso na entrevista linkada pelo SennaStirling, disse apenas que “Lo que está claro es que Ferrari reaccionó a lo que intentamos hacer, quizá mi papel fue pequeño, pero al final todos actuamos como un equipo en Abu Dhabi y por eso lo hemos logrado”.

    Eu, por exemplo, acho que Webber foi na verdade, ridículo, pois poderia ter ultrapassado Alonso facilmente quando ele errou por diversas vezes e foi parar na área de escape, não o fez porque não estava focado na corrida, não queria ajudar Vettel.

    Quanto a Alguerssuari, além de ser espanhol, seu papel foi irrelevante, pois não segurou Alonso, e sim o capacho Felipe Massa.

    Portanto meu caro SennaStirling, respeito sua opinião, mas não concordo com sua lógica de raciocínio, acho que você está misturando condutas semelhantes, mas, cujos resultados são bem diferentes. RedBull e Ferrari, definitivamente, pelo menos até aqui, são equipes muito diferentes.

      • Em Istambul Vettel acabou por colidir em Webber por achar que ultrapassá-lo seria tranquilo, a equipe não se meteu entre os dois, eles colidiram e saíram da disputa, não vejo nada de errado.

  7. Está de volta o velho Casius Clay Regazzoni….foi preciso picar o cara mas aí está vou ler e já te respondo…

    “Dou um Boi para não entrar numa guerra mas uma Boiada para não sair dela…”
    Só por essa frase vale a pena saber português e brasileiro existir..

  8. Meu Prezado Casius Clay Regazzoni

    Chegados aqui, vamos balizar, primeira coisa o Alguersuari deixou ou facilitou a ultrapassagem do Webber nada com Alonso e Massa..Se quer saber para mim isso é fraqueza da Ferrari, tinha tudo para ganhar em Abu Dhabi e perdeu, se calava Estratégia errada e trabalhar para o ano que vem..Era o que eu fazia dava os Parabéns e tudo calado e trabalho.. Isso dá ar de moleza…Desculpa de minina*
    Então é assim o meu amigo é Director de uma equipe de F1 e a um piloto dá o melhor material e no limite retira material ao hipotético 2º piloto..Objectivamente está a beneficiar e está dando carro melhor e no suposto mais rápido a um piloto em detrimento de outro, à partida nem há condições iguais..É, repito, um favorecimento objectivo e absoluto que condiciona a participação dos dois pilotos..Se depois o piloto com o melhor material se esbarra e é incapaz isso são contas de outro Rosário…

    Vamos ao problema da Alemanha:

    Toda a gente dá como facto assente que o Felipe ia chegar na frente, podia ser ou não ser…O que se viu na corrida é que estando o Massa na frente, o Alonso se chegava a ele a ponto de poder ultrapassá-lo e o Massa apertava-o e não deixava, o dono do carro nº8 retirava-o para não se tocarem..durante a corrida ouve-se o Engº do Felipe dizendo “agora vc tem de dar tudo tem que ser mais rápido que o Fernando ” it´s desicive now” O que é que se percebe é que havia acordo para o piloto mais rápido ser o que ganhasse a corrida..O lap time mostra que o Alonso era mais rápido que o Massa 0,350 S por volta..O que é mais Justo dar material igual e deixar que a pista decida, se havia acordo e ninguém pode garantir que o Alonso não o conseguiria passar como também não se pode prever o contrário ou até que se esborrachavam um no outro (verdadeiro medo da Ferrari)ou Então viciar os dados à partida e dar carro mais lento a um dos pilotos e irremediavelmente condicionar seu resultado?

    Em relação à questão de Direito só discuto em Tribunal até porque o exemplo está viciado pela morte..aqui ninguém morreu..essa de “achegar” com crime de sangue inflama o povão mas não me arreda..Como vc sabe crime de latrocínio só existe no Direito brasileiro para tentar exculpar o agente..e devido ao enorme número de roubos que descambam em morte..Eu vou mais pela Relevância Negativa da Causa Virtual..O Felipe Massa ia perder e ia o WDC.

    Um Abraço

    • Se bem entendi, estamos a pensar da seguinte maneira:

      Eu entendo que beneficiar com o equipamento melhor é censurável, influenciar na disputa em pista é condenável (um merece reprovação ou outro condenação no sentido de retirar os pontos da equipe e piloto).

      Você entende que se trata da mesma conduta, não importa se em pista ou no equipamento e, nenhuma das duas merece condenação.

      A meu favor eu tenho o argumento de que a prática de dar de equipamento superior a um piloto em detrimento do outro sempre aconteceu na F1 e ninguém, a não ser o piloto prejudicado, reclamava (Alonso na Renault e Schumacher na Ferrari são fortes exemplos), já a interferência no resultado de pista causou uma enorme polêmica que manchou a F1, sendo causa inclusive da proibição da conduta (isto é um fato e não uma hipótese).

      E aí Senna, concorda ou não?

  9. Cassius Clay Regazzoni

    Então é assim, não concordo com nenhum do dois comportamentos mas como sou um* Alma Velha não me mortifico quando vejo isso, como já vi bastante e tenho a certeza que vou ver muito mais..O que não sou é como tu um Hoper** e acho que a esse nível não sei se existe essa figura que Ox Alá vencesse na vida e em tudo.. mas quanto mais vivo, que não é assim há tanto tempo, mais me convenço que “isto” é dos voluntaristas que não sendo um defeito de per se quando os Princípios não estão bem assentes e sedimentados esses caras deixam-se levar pala sede de vitória.. e às vezes chegam ao cúmulo de ser um Schumacher da vida…

    Mas pode ter a certeza que acho mais condenável castrar à partida fornecendo material inferior que beneficiar piloto mais rápido em igualdade de condições para não se matarem em pista os dois porque o mais lento Nunca ia deixar passar sem tocar..É que assim pode-se aferir qual o melhor piloto; do outro modo o que obtém material inferior está absolutamente prejudicado..e repara que quem alguma vez falou em segundo piloto foi o Aussie por palavras próprias.

    Em relação à Condenação/Censura a sua formação devia-lhe permitir e eu sei que sabe..depende do Mandante na altura e do Poder vigente..se quizer um exemplo mundano, se amanhã o legislador proibisse a a relação com menor de 30 anos íamos todos perder a frescura da Juventude porque tinha dado um ataque de beatice a um positivista…

    Um Abraço

    **Escrever Esperançoso ou Idealista ou até Naïf não ia ficar bem e não traduzia fielmente o que eu queria dizer…

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