Mercedes: Será o fim da hegemonia?

A Mercedes não teve um começo tão bom assim no Grande Prêmio do Bahrein, palco da primeira corrida ds temporada. Pouco tempo depois de ter criado uma grande polêmica com os seus não “sidepods”, a dupla Hamilton e Russell se conforma apenas em conquistar os
pontos necessários.

Quem acompanha há alguns anos a Fórmula 1, sempre viu uma dominância indiscutível da equipe Mercedes no grid. Não é atoa que ela tem 8 títulos mundiais, grande parte tendo Lewis Hamilton como um dos principais pilotos.

Chegando no Bahrein, a equipe já parecia conformada em não ter potência o suficiente no carro. No começo, os fãs apontavam que nada mais era do que um possível blefe da equipe, e principalmente de Lewis Hamilton.

Mas não, dessa vez Toto, Lewis e até mesmo George não estavam blefando. O carro da Mercedes não tinha ritmo, e a ficha de seus torcedores caiu quando nem Hamilton e nem Russell conquistaram a fila da frente do grid.

Questionado sobre tudo isso, Toto Wolff disse: “Nós nos deparamos com circunstâncias que nos fizeram perceber que tínhamos um problema tarde demais”, disse Wolff. O chefe da equipe disse que ficou surpreso com o ritmo da equipe no Bahrein, realmente, a Mercedes notou todos os seus problemas tarde demais.

Existe a possibilidade de quem em Imola, daqui algumas semanas, que a flecha
prateada chegue com atualizações o suficiente para lutar por posições.

É claro que esse não é o seu único problema. A falta de potência nas retas e também o famoso efeito golfinho que em termos literais é uma dor de cabeça para todas as equipes, foi um dos principais pontos que afetou a equipe.

Se espera que a luta por posições em corrida e classificatório tenha uma considerável melhora nas próximas corridas.

Para Jeddah, a equipe espera diminuir um pouco o tamanho de sua asa, para que
ao menos isso ajude na disputa.

A Mercedes é uma equipe que nasceu para disputar títulos, posições e qualquer
briga dentro da pista.

O desempenho inicial talvez seja uma falha, como qualquer equipe/time tem em algum momento. É importante não desistir, pois se tem algo que aprendemos no ano passado, foi que tudo é possível.

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Maria Clara Araújo, 18 anos, cursando o 2º ano de Jornalismo. É fã de Fórmula 1 desde a infância e dona do desacelerando.f1, onde a velocidade é traduzida em palavras.

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